Escuro. Não há luz, nada se vê.
Silêncio? Predomina, não domina. Frustrado por sons emboscados no breu.
Turvas imagens, nada mais que sombras do possível, sucumbem impotentes na incerteza.
Ostenta-se um pulsar, uma energia que atrai... e trai.
Ultimadas, razão e lógica repudiam-no. Não vê nada, mas vai, o imbecil, seduzido pelo hipnótico.
Caminha às escuras. Não vê, não pensa. Vai apenas... Em direcção a quê não se discerne.
A negrura apraz-se: mais um tolo deambulante escarnecido aos seus caprichos.
Tropeça, o trôpego, e sorri pensando: "é menos um"...
Insiste, obstinado, e segue o percurso que existe apenas em si e crê levar ao que tanto aspira.
Vai. Não vê. Pensa que vence o caminho e que a umbra falhou em detê-lo.
Orgulhoso, tenta abrir os olhos para ver o que o encantou, mas estão abertos. Estiveram sempre.
Desânimo é a recompensa. Desespero. Falacioso apelo.
Engole a violência do nada e rende-se à imponência do evidente.
Tomou para si uma demanda ilusória:
Ímpar... e inútil.
Silêncio? Predomina, não domina. Frustrado por sons emboscados no breu.
Turvas imagens, nada mais que sombras do possível, sucumbem impotentes na incerteza.
Ostenta-se um pulsar, uma energia que atrai... e trai.
Ultimadas, razão e lógica repudiam-no. Não vê nada, mas vai, o imbecil, seduzido pelo hipnótico.
Caminha às escuras. Não vê, não pensa. Vai apenas... Em direcção a quê não se discerne.
A negrura apraz-se: mais um tolo deambulante escarnecido aos seus caprichos.
Tropeça, o trôpego, e sorri pensando: "é menos um"...
Insiste, obstinado, e segue o percurso que existe apenas em si e crê levar ao que tanto aspira.
Vai. Não vê. Pensa que vence o caminho e que a umbra falhou em detê-lo.
Orgulhoso, tenta abrir os olhos para ver o que o encantou, mas estão abertos. Estiveram sempre.
Desânimo é a recompensa. Desespero. Falacioso apelo.
Engole a violência do nada e rende-se à imponência do evidente.
Tomou para si uma demanda ilusória:
Ímpar... e inútil.
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