Ainda nem vamos a meio de agosto e já se fala de Natal na rádio...
SO
COR
RO
!!!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Grandes Supefícies...
Hoje fui ao hipermercado fazer algumas compras.
Durante o percurso rotineiro passei necessariamente pela zona dos legumes ditos "frescos" na publicidade (sim, porque só alguém pago para isso é que chama àquilo legumes frescos).
Às horas que eram não andava por lá muita gente, o que fez sobressair mais ainda a tiazinha chique da Foz e o seu rebento, com camisolinha rosa, sapatinho de vela, risquinha ao lado e bochechinhas rosadinhas, que circulavam por entre alfaces desidratadas, repolhos amarelados e castanhas sobrevalorizadas.
O amoroso rebento andava nada mais, nada menos do que a fazer malabarismo com variadas peças de fruta e legumes. Literalmente. Ora pegava numa couve coração, a mandava ao ar e seguidamente a apanhava e atirava para as restantes couves coração qual jogador de baseball, ora agarrava numa melancia e depois de a usar como se estivesse numa competição de alerofilistas dizia: "Ai... (vários sons ofegantes sempre com sotaque chique da Foz) Que peso... Que força que eu tenho... Ufa..." E chão com ela. Enfim... Imagine-se.
Mas a parte melhor é que, dado que só havia uns cinco clientes na zona, os também cerca de cinco funcionários estavam todos TÃO dispotos a trabalhar que se tinham juntado em grupo na cabine das balanças a olhar e comentar em tom reprovador.
Dizer à dama que controlasse a cria e fazê-la pagar e levar para casa os kg de vegetais esmagados, arremessados, rolados e que mais? Não...
Deixar os ditos nos recipientes para um qualquer cliente menos atento, com mais pressa ou ambos pegar e levar pago a preço de ouro? Ou mesmo enfiá-los num saco de um dos clientes que faz compras online? Porque não? Afinal depois até custa menos a mastigar.
Enfim...
Contemos com o Continente...
Durante o percurso rotineiro passei necessariamente pela zona dos legumes ditos "frescos" na publicidade (sim, porque só alguém pago para isso é que chama àquilo legumes frescos).
Às horas que eram não andava por lá muita gente, o que fez sobressair mais ainda a tiazinha chique da Foz e o seu rebento, com camisolinha rosa, sapatinho de vela, risquinha ao lado e bochechinhas rosadinhas, que circulavam por entre alfaces desidratadas, repolhos amarelados e castanhas sobrevalorizadas.
O amoroso rebento andava nada mais, nada menos do que a fazer malabarismo com variadas peças de fruta e legumes. Literalmente. Ora pegava numa couve coração, a mandava ao ar e seguidamente a apanhava e atirava para as restantes couves coração qual jogador de baseball, ora agarrava numa melancia e depois de a usar como se estivesse numa competição de alerofilistas dizia: "Ai... (vários sons ofegantes sempre com sotaque chique da Foz) Que peso... Que força que eu tenho... Ufa..." E chão com ela. Enfim... Imagine-se.
Mas a parte melhor é que, dado que só havia uns cinco clientes na zona, os também cerca de cinco funcionários estavam todos TÃO dispotos a trabalhar que se tinham juntado em grupo na cabine das balanças a olhar e comentar em tom reprovador.
Dizer à dama que controlasse a cria e fazê-la pagar e levar para casa os kg de vegetais esmagados, arremessados, rolados e que mais? Não...
Deixar os ditos nos recipientes para um qualquer cliente menos atento, com mais pressa ou ambos pegar e levar pago a preço de ouro? Ou mesmo enfiá-los num saco de um dos clientes que faz compras online? Porque não? Afinal depois até custa menos a mastigar.
Enfim...
Contemos com o Continente...
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Retorno
Depois de um breve intervalo de meia dúzia de meses cá estou de volta para continuar as escritas online.
E desta vez fica a minha homenagem a uma das melhores séries que eu já vi e que não consigo não seguir fielmente, o que é raro. Com a assinatura de Allan Ball, o que para gente de bom gosto já é suficiente para justificar fidelização True Blood revela-se cada vez mais envolvente e viciante.
Excelentes desempenhos, personagens fantásticas, um universo extremamente coerente e cativante, situações com que toda a gente se identifica mais cedo ou mais tarde e a dose certa de inesperado e outras coisas impróprias para horário nobre caracterizam esta série e fazem com que os 50 minutos de cada episódio passem em instantes.
Fica uma das cenas mais inacreditáveis. Cuidado sensiveizinhos e cardíacos.
Para citar qualquer coisa que li na net: "Fangtastic!"
(Actor: Denis O'Hare)
E desta vez fica a minha homenagem a uma das melhores séries que eu já vi e que não consigo não seguir fielmente, o que é raro. Com a assinatura de Allan Ball, o que para gente de bom gosto já é suficiente para justificar fidelização True Blood revela-se cada vez mais envolvente e viciante.
Excelentes desempenhos, personagens fantásticas, um universo extremamente coerente e cativante, situações com que toda a gente se identifica mais cedo ou mais tarde e a dose certa de inesperado e outras coisas impróprias para horário nobre caracterizam esta série e fazem com que os 50 minutos de cada episódio passem em instantes.
Fica uma das cenas mais inacreditáveis. Cuidado sensiveizinhos e cardíacos.
Para citar qualquer coisa que li na net: "Fangtastic!"
(Actor: Denis O'Hare)
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