Anda toda a gente muito condoída com o que se abateu sobre a ilha da Madeira e, de facto, os relatos que nos chegam a cada milisegundo são impressionantes.
Já enjoam, mas são impressionantes.
E claro que após a consternação e o amor pela observação da desgraça que o santo tuguinha tem a correr nas veias se seguiu a compaixão das vedetas que aparecem mais vezes a fazer publicidade ao shampoo da Linic do que apareceram a falar da Madeira.
Falando efectivamente da situação em si, que não foi novidade nenhuma, porque já tinha acontecido em termos semelhantes em 1993. Ainda me lembro vagamente de algumas das imagens. Ora... Pensaríamos nós, pessoas com algum senso comum, que, depois de ter acontecido uma vez, medidas seriam tomadas para minimizar os danos e os riscos para estruturas e pessoas... Pois...
Agora acrescentemos o factor Portugal. Já mudou um pouco não já? A esse adicionemos o factor Imperador Jardim e, bem... não preciso de dizer mais, mas vou dizer na mesma.
Quando a ilha da Madeira foi assolada em 1993 por um fenómeno semelhante a este deveria ter sido feito um planeamento urbano que contemplasse o que aconteceu e em função disso, prevendo que fenómenos do mesmo género, mas mais intensos, se iriam repetir, proceder à adequação do território e das estruturas a essa mesma previsão. Não foi feito e o resultado está à vista.
Pergunto-me eu, e concerteza não serei só eu, por que razão não foi feito. Qual é a justificação? O território onde a intervenção seria feita é minúsculo, a região autónoma recebe mais fundos do que o malfadado continente e supostamente tem um governantão que só não une as nações do mundo sob uma mesma bandeira e as leva a conquistar o Universo porque está preso no meio do mar, enquanto fala cheio de orgulho de boca arreganhada até às orelhas sem se perceber (literalmente) de quê.
Gastar dinheiro em obras que futuramente impediriam desgraças em vez de libertar gases de estufa enquanto berra numa língua que ninguém percebe? Nunca!
Espero que os madeirenses recuperem de tudo isto que se passou e também que acordem um bocadinho e abram os olhos para não se deixarem levar pela demagogia de quem só se preocupa com o seu umbigo e tem delírios de chefe de tribo. É que é graças à sua irresponsabilidade que as coisas estão no estado em que se encontram.
Já enjoam, mas são impressionantes.
E claro que após a consternação e o amor pela observação da desgraça que o santo tuguinha tem a correr nas veias se seguiu a compaixão das vedetas que aparecem mais vezes a fazer publicidade ao shampoo da Linic do que apareceram a falar da Madeira.
Certo famoso (que tem a mania de fazer picnics com caldo verde nos sonhos de algumas pessoas) disse-se "consternado" com a situação... Ah, esperem... Não se disse, mandou a Clara de Sousa dizer no Jonal da Noite. Sim, é que palavras plurissilábicas são um desafio articulatório arrebatador para determinados níveis de q.i., mas adiante.
Falando efectivamente da situação em si, que não foi novidade nenhuma, porque já tinha acontecido em termos semelhantes em 1993. Ainda me lembro vagamente de algumas das imagens. Ora... Pensaríamos nós, pessoas com algum senso comum, que, depois de ter acontecido uma vez, medidas seriam tomadas para minimizar os danos e os riscos para estruturas e pessoas... Pois...
Agora acrescentemos o factor Portugal. Já mudou um pouco não já? A esse adicionemos o factor Imperador Jardim e, bem... não preciso de dizer mais, mas vou dizer na mesma.
Quando a ilha da Madeira foi assolada em 1993 por um fenómeno semelhante a este deveria ter sido feito um planeamento urbano que contemplasse o que aconteceu e em função disso, prevendo que fenómenos do mesmo género, mas mais intensos, se iriam repetir, proceder à adequação do território e das estruturas a essa mesma previsão. Não foi feito e o resultado está à vista.
Pergunto-me eu, e concerteza não serei só eu, por que razão não foi feito. Qual é a justificação? O território onde a intervenção seria feita é minúsculo, a região autónoma recebe mais fundos do que o malfadado continente e supostamente tem um governantão que só não une as nações do mundo sob uma mesma bandeira e as leva a conquistar o Universo porque está preso no meio do mar, enquanto fala cheio de orgulho de boca arreganhada até às orelhas sem se perceber (literalmente) de quê.
Gastar dinheiro em obras que futuramente impediriam desgraças em vez de libertar gases de estufa enquanto berra numa língua que ninguém percebe? Nunca!
Espero que os madeirenses recuperem de tudo isto que se passou e também que acordem um bocadinho e abram os olhos para não se deixarem levar pela demagogia de quem só se preocupa com o seu umbigo e tem delírios de chefe de tribo. É que é graças à sua irresponsabilidade que as coisas estão no estado em que se encontram.
2 comentários:
LOL. Tens graça, tu. Tens, tens. E olha que eu nem sou fã dele, que fará se fosse. Ainda comíamos uma cozido à portuguesa. :)
Estou convencida que o Jardim está a ficar senil.
Cozidinho é bom...
O Jardim já passou a barreira do senil há muito tempo, acho que nem existe termo que o designe nem categoria em que se encaixe.
Ainda bem que está numa ilha...
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